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professor Francisco Queiroz

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O trabalhador e a as políticas Públicas no Brasil

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As políticas públicas brasileiras de desenvolvimento econômico nunca foram uma priori para os gestores brasileiros e que tivemos no país foram políticas de crescimento econômico, e o que de fato aconteceu, mas em bases tenras pela ausência da sustentabilidade em uma população forte em emprego e renda e conseqüentemente em consumo.
Os resquícios do fraco desenvolvimento e da concentração de renda vêm da colonização, enquanto a América do Norte foi colonizada no intuito de povoar e expandir o império Inglês nos hábitos, nos costumes e na cultura. A América Latina foi completamente explorada, fatiada como um pedaço de bolo entre coronéis. Para cá foram mandados os exilados e os “criminosos” da Igreja e das cortes portuguesa e espanhola. Ouro e prata extraídos até a ultima grama, infra-estrutura e civilidade foi negado. Quando em fim o Brasil teve um império, foi um alcoólatra, fanfarrão que vivia mais em casas de meretrizes do que cuidando da nação. Proclamou a independência para atender as necessidades da Rainha Inglaterra que precisava do mercado brasileiro aberto aos seus industriais. Depois o filho de tão insignificante para o povo   que foi só consegue ser lembrado como o pai da princesa que libertou os escravos, episódio a força novamente da Inglaterra que precisava de trabalhadores assalariados com poder de compra e com gosto pelos seus produtos: chegam ao Brasil os emigrantes europeus para trabalhar no lugar dos escravos. E os negros? Vão para os guetos e quilombolas. Não é problema do capital inglês.
Ai vem a república! dividem o país em café e leite, e comanda-o segundo seus interesses até a crise de 29, onde uma economia agrária concentradora de renda de um único produto de produção e exportação, o café, que ninguém no mundo mais tem dinheiro para comprar. O Brasil é obrigado a diversificar e se fechar, e assim começa a nossa indústria com Getúlio com tecnologia atrasada importada da Inglaterra.
Esta parábola contada acima com ironia e descaso é porque de fato pouco se tem a falar das iniciativas dos gestores brasileiros quanto ao desenvolvimento econômico do descobrimento até Getulio Vargas. Com a indústria expandida, forçadamente pelo mundo está fechado devido à crise de 29, nas décadas de 30 e 40 o Brasil em fim começa sua reforma industrial, o problema é que alimentado por diversas correntes de pensadores inclusive membros da CEPAL (Comissão Econômica Para Desenvolvimento da América Latina) que viam exclusivamente o investimento industrial com única fonte de desenvolvimento do país. E exaustivos esforços nesse sentido foram feitos por todos os gestores públicos, na década de 70, então ministro Delfim Neto chegou a justificar o investimento na indústria dizendo que era necessário crescer o bolo para depois reparti-lo. Mas as crises mundiais e internas demonstraram que um país sem uma sociedade desenvolvida e ativa economicamente não consegue progredir.

 

 

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