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professor Francisco Queiroz

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Quando a vaidade toma conta do Gestor

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Esta é uma pergunta que sua resposta vai variar de acordo com o grau de eficiência e conquista do gestor e de acordo com a influencia que o poder vai exercer sobre sua personalidade.
Acredito que quando um supervisor, diretor... alcance todo o sucesso e conquistas possíveis a um cargo se faz necessário promovê-lo, permiti-lhe outro desafio ou jornada, para que a arrogância, autoconfiança, prepotência, principalmente a VAIDADE ou o desestímulo não tomem conta de sua personalidade. 
 
Estranho. Quer dizer que quando um profissional atingir o ápice de seu sucesso ele deve ser trocado, remanejado? Quase isso! Ele dever ser promovido e/ou receber outros desafios, pois o ser humano se completa, fica feliz ao conseguir realizações. O risco que esse profissional pode ocasionar é o que chamo de SÍNDROME DA VAIDADE, é tomar atitudes não mais pela necessidade da empresa ou entidade e sim para encher o seu ego.

Exemplo. O mais eficiente Gestor do Brasil em todos os tempos foi o presidente LULA, as estatísticas comprovam, mas se fosse possível sua reeleição seria um tremendo erro mantê-lo no poder, pois devido ao sucesso e a fama que alcançou já está tomando posições baseada em sua VAIDADE em seu super ego, pois emprestar dinheiro ao FMI, antecipar parcela dívida e passar quase 20% de seu mandato fora do país viajando, mesmo que fechando importantes negociações para o mercado nacional, são atitudes que não condiz ao Brasil enquanto tivermos pessoas morrendo por descaso social, enfim, enquanto escrevo este texto certamente já morreu no Brasil umas 20 pessoas, que chamemos de gripe, dengue, aids, desnutrição, rubéola, hepatite... é FOME! É DESCASO SOCIAL! São 20 milhoes de pessoas abaixo da linha da pobreza. Não dar para relaxar. Com FHC era 60 milhões! certo!, mas, 20 milhões de famintos ainda é um número muito alto. Há a necessidade de estar constantemente renovando ou mudando o gestor, Entendam! a política que estar dando certo não muda!!!! o gestor!!. pois a natureza do poder quando não corrompe, envaidece o ser humano.

 

 

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